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Ipea: Brasil deve encerrar 2022 com índices de extrema pobreza em queda

Foto: Marcelo Ferreira/CB/D.A Press

Uma pesquisa divulgada pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) mostra que o Brasil deve encerrar 2022 com redução nos índices de extrema pobreza. A projeção é de queda para 4,1% ainda este ano. O Brasil tinha uma taxa de extrema pobreza de 5,1%, em 2019. 


Para o resto do mundo, as previsões do Banco Mundial indicam que, até o final do ano, 115 milhões de pessoas a mais estarão vivendo com menos de US$ 1,90 ao dia, em decorrência da pandemia de covid-19.


Em entrevista na TV Brasil,  o presidente do Ipea, Erik Figueiredo, afirmou que o mundo vinha reduzindo de uma forma continuada a pobreza extrema. “A partir de 2019, com o choque da pandemia, essa pobreza extrema começou a crescer, então o mundo empobreceu devido à covid. No Brasil, nós caminhamos na contramão desse processo”, disse.


Conexão entre economia e projeção social

Figueiredo também ressaltou que a importância da conexão entre a economia e a proteção social, com a coexistência entre o Auxílio Brasil e o crescimento do mercado de trabalho. “Antes, você não podia acumular o Auxílio Brasil e um emprego formal. Então isso era uma barreira para as pessoas. As pessoas optavam, dependendo das condições de trabalho, por permanecer no programa social e obter algum tipo de renda informalmente. Com essa porta de saída, você agora pode acumular o programa social e a carteira de trabalho assinada, você pode permanecer dois anos no programa. Isso facilitou que o mercado de trabalho, aquecido, possa demandar pessoas do mercado informal e do Auxílio Brasil. Então as pessoas estão ingressando no mercado de trabalho sem a preocupação de perder o benefício e sem a preocupação de, ao perder o emprego, ter que voltar para o final da fila”.


Correio Braziliense


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