O ex-secretário de Saúde do governo de Gladson Cameli, Pedro Pascoal, afirmou na tarde desta segunda-feira, 06, durante entrevista ao programa Gazeta Entrevista que sua decisão de se filiar ao PSDB e apoiar a pré-candidatura do ex-prefeito Tião Bocalom ao governo do Acre ocorreu com o objetivo de contribuir com o futuro político do estado e com anuência do ex-governador Gladson Cameli (Progressistas).
Segundo Pascoal, o apoio ao ex-prefeito de Rio Branco está alinhado ao que ele considera o melhor caminho para o Acre. “Hoje eu acho que o melhor, no meu entendimento, pro futuro do nosso estado é apoiar o nosso futuro governador Tião Bocalom. Eu não vou, não tem porque mentir, dizer que eu entrei na Secretaria almejando cargo político, não. Mas foi um chamado do governador, é um amigo que a gestão me deu e se eu tivesse oportunidade de acompanhá-lo em Brasília, nós faremos o possível para honrar o nosso estado e fazer diferença”, declarou.
Durante a entrevista, o ex-secretário também ressaltou que o ex-prefeito nunca esteve em posição de enfrentamento com o governo estadual. “O Bocalom nunca foi uma oposição. O Bocalom nunca foi um inimigo do governo. Tanto que, na prefeitura, nós estávamos lá fazendo campanha para apoiá-lo e para elegê-lo”, afirmou.
Pedro Pascoal ainda comentou o momento de transição política e explicou que optou por deixar o cargo ao não se identificar com algumas discussões colocadas naquele período. “No momento de transição, algumas situações foram colocadas à mesa, situações essas que eu não me identifico. E aí, como aquele ciclo estava sendo encerrado, meu compromisso era com o governador, na verdade, o governador me permita, mas em primeiro lugar com a população e depois com o governador, eu optei por descompatibilizar e acompanhá-lo no encerramento do ciclo dele”, concluiu.
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