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Jovem acreano é o primeiro aprovado em Princeton e Harvard com bolsa completa

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Diego Heitor da Silva Monteiro, de 18 anos, morador do bairro Mocinha Magalhães, em Rio Branco, foi aprovado em duas das universidades mais prestigiadas do mundo, Princeton e Harvard, e conquistou bolsa integral nas duas instituições. A conquista, anunciada neste ano, é resultado de anos de dedicação ao aprendizado do inglês e à construção de um currículo internacional desde os 12 anos de idade. Ele é o primeiro acreano a ser aprovado em Princeton e em Harvard simultaneamente, com bolsa integral.


O estudante, que cursou o ensino médio no Colégio de Aplicação, em Rio Branco, começou a aprender inglês pela internet durante a pandemia, com o sonho de estudar fora do país. Em um primeiro momento, ele submeteu candidaturas a 22 instituições para Ensino Médio, mas não obteve aprovação com bolsa integral em nenhuma delas. A partir daí, passou a dedicar o tempo integral à construção do seu perfil acadêmico e à preparação para novas candidaturas visando a Ensino Superior.


Em dezembro do ano passado, Diego foi aprovado em Princeton. Neste ano, veio a aprovação em Harvard, onde aplicou com interesse ao curso de Psicologia. A bolsa conquistada em Princeton e Harvard cobre alimentação, transporte, hospedagem e os custos da viagem. Diego ainda avalia qual das duas universidades vai frequentar no segundo semestre deste ano, quando deve se mudar para os Estados Unidos.


Antes das aprovações, o jovem já havia acumulado experiências internacionais por meio de programas de intercâmbio. Em 2024, participou do programa Jovens Embaixadores, sua primeira viagem ao exterior, realizada aos 16 anos. Também integrou o Camp Rise Sun, com bolsa completa, e, em julho de 2025, passou um mês inteiro na China por meio de outra bolsa integral, com foco em energia sustentável e tecnologia.


A trajetória contou com o apoio da família e da escola. Os professores e a direção do Colégio de Aplicação forneceram cartas de recomendação fundamentais para o processo seletivo. “Foi um trabalho de muitas mãos”, disse Diego.


A família, inicialmente receosa em permitir que um adolescente menor de idade viajasse sozinho para o exterior, mudou de ideia após a primeira experiência. Com o tempo, passou a apoiar e incentivar as demais oportunidades.


Para quem deseja seguir um caminho semelhante, Diego tem um conselho direto. “O ponto pra conseguir essas oportunidades no exterior é agarrar todas as oportunidades que passem pela frente. Quando comecei, eu me inscrevi pra 22 escolas, todo programa que aparecia eu me inscrevia e não deixava passar nada.” E completa, “agarrar todas as oportunidades porque isso vai te colocar onde você quer chegar.”



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