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Artesãos acreanos participam da maior feira nacional do artesanato em Olinda (PE)

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Nove artesãos acreanos estão nos últimos preparativos para participar da 24ª Feira Nacional de Negócios do Artesanato (Fenearte), uma das maiores do segmento do país, que se inicia nesta quarta-feira, 3, e segue até 14 de julho, em Olinda (PE). A comitiva acreana participa da feira, que tem como tema Sons do Criar — Artesanato que Toca a Gente, com apoio do governo do Acre, por meio da Secretaria de Estado de Turismo e Empreendedorismo (Sete).


Os artesãos acreanos selecionados para participar são: Antônio Kléder, Rodney Paiva, Maria de Fátima Martins, Maquesson Pereira, Marcia Silva de Lima, Maria Barroso Moreira, Maria Eneide Brozzo, José Rodrigues de Araújo e Francisca Erlandia da Páscoa.


 


Antônio Kléder transforma resíduos naturais em joias. Foto: Marcos Vicentti/Secom

No ano passado, a comitiva acreana ficou em 3º lugar no ranking geral de vendas da 23ª Fenearte, com arrecadação de mais de R$528 mil. Participando de mais uma edição da feira, Antônio Kléder falou sobre o que espera do evento: “Já estamos aqui na Fenearte, na arrumação dos estandes, com a expectativa de que sejamos, de novo, um dos estandes mais visitados e, quem sabe, o campeão de vendas. Isso é o artesanato acreano brilhando fora do estado, no Brasil e no mundo”, disse.


O secretário de Estado de Turismo e Empreendedorismo, Marcelo Messias, falou sobre as expectativas de faturamento neste ano: “A Fenearte é o maior evento do segmento artesanal e é a maior feira, tanto em dias de duração quanto em volume de negócios. Como secretaria de Estado, temos proporcionado um ambiente de comercialização aos artesãos e fornecemos ainda a ajuda de custo para o deslocamento, para que participem e apresentem as belezas do artesanato acreano para o Brasil e o mundo”, ressaltou.


Comitiva acreana na Fenearte 2023. Foto: Jacira Abdon/Sete

Neste ano, o evento conta com estandes de vendas, exposições, concursos e desfiles de moda e apresentações musicais, entre outras atividades, com diversas oportunidades de negócios: “No ano passado ficamos em terceiro lugar em vendas e o volume de faturamento dos nossos artesãos, além de impactar diretamente na economia do nosso estado, mostra a força da nossa cultura e a riqueza do artesanato florestal”, disse Bianca Muniz, diretora de Empreendedorismo da Sete.


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