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Vereador denuncia que pescadores estão passando fome por conta da burocracia do INSS

O vereador de Cruzeiro do Sul, Elenildo Nascimento (PP) durante entrevista ao jornalista da TV Rio Branco, Wanglézio Braga, disse que pescadores de Cruzeiro do Sul estão passando fome e necessidade por conta da burocracia imposta pelo Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). Milhares de pescadores estão sem receber o Seguro-Defeso, benefício do governo federal aos pescadores artesanais.


Cumprindo agenda na capital acreana justamente para tratar do imbróglio dos pescadores, Nascimento reuniu com representantes de 15 colônias de pescadores que existem no Acre. Em Cruzeiro do Sul, por exemplo, existe a maior colônia no estado com aproximadamente 2200 pescadores. Muitos deram entrada no benefício, mas até o momento não receberam por questões burocráticas impostas pelo órgão.


Elenildo disse que o INSS não possui funcionários suficientes para atender as demandas no estado e por conta disto muitos pescadores estão passando fome. Para piorar ainda mais a situação, a recente alagação no Juruá atingiu inúmeras famílias desses pescadores.


“Muitos pescadores que deram entrada no seguro defeso no mês de dezembro e até hoje não receberam os benefícios. Os pescadores de Cruzeiro do Sul estão passando necessidade, fome”, denunciou o parlamentar mirim.


De acordo com Elenildo, os pescadores das 15 colônias espalhadas no estados precisam recorrer a superintendência do INSS na capital acreana para resolver as questões de documentação. “Acho que é preciso descentralizar os serviços tendo em vista que vários municípios possuem agências do INSS”, completou.


Um documento foi entregue ao ministro da Integração Nacional, Helder Barbalho quando visitou a capital do Juruá na tentativa que possa interceder pelos pescadores. No ofício, a câmara de vereadores solicitou a prorrogação por mais dois meses do Seguro-Defeso. O ministro informou que iria repassar o assunto ao responsável pela pasta.
O que é o Defeso? É um período em que a pesca de determinadas espécies fica proibida, por causa da época de reprodução. Como os pescadores ficam impedidos de pescar, o governo paga um seguro-desemprego para aqueles que tenham a pesca como única fonte de renda. O benefício equivale a um salário mínimo, atualmente em R$ 937. Com informações folhadoacre


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