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Gladson Cameli e Bocalom estão entre 20 chefes do Executivo que renunciaram para disputar eleições

O ex-governador do Acre, Gladson Cameli (PSDB), e o ex-prefeito de Rio Branco, Tião Bocalom (Progressistas), estão entre os gestores que deixaram seus cargos dentro do prazo legal para disputar as eleições de 2026. Ao todo, pelo menos 20 chefes do Executivo, sendo 10 governadores e 10 prefeitos de capitais, renunciaram até o último sábado (4), data-limite de desincompatibilização prevista pela legislação eleitoral.


A regra determina que ocupantes de cargos no Executivo se afastem seis meses antes do pleito, marcado para outubro, para evitar o uso da máquina pública em benefício eleitoral.


Em âmbito local, Gladson Cameli oficializou sua saída do governo com foco na disputa por uma vaga no Senado Federal, enquanto Tião Bocalom deixou a Prefeitura de Rio Branco mirando o Palácio Rio Branco.


A saída em massa de governadores e prefeitos não é isolada. Entre os que renunciaram estão Helder Barbalho (PA), Mauro Mendes (MT), Ibaneis Rocha (DF), Cláudio Castro (RJ), além de presidenciáveis como Ronaldo Caiado (GO) e Romeu Zema (MG).


A maioria desses gestores deve disputar o Senado, que terá 54 vagas em disputa neste ano, tornando a eleição uma das mais competitivas dos últimos ciclos. Com a saída dos titulares, os vices assumem os governos estaduais e prefeituras, muitos já posicionados como candidatos à reeleição, aumentando ainda mais a disputa local e nacional.


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