Acre sedia curso nacional de investigação financeira com policiais de 12 estados

A Polícia Civil do Acre recebeu, na segunda-feira (6), policiais civis de 12 estados brasileiros para a abertura da 8ª edição do Curso de Investigação Financeira e Análise Patrimonial (Cifap), realizada no auditório do Museu dos Povos Acreanos, em Rio Branco.


Ao todo, 40 agentes participam da capacitação, com representantes do Pará, Roraima, Rondônia, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Tocantins, Amazonas, Goiás, Distrito Federal, São Paulo, Amapá e Acre.


O curso, com duração de 6 a 17 de abril, é promovido pela Diretoria de Operações Integradas e de Inteligência (Diopi), da Secretaria Nacional de Segurança Pública (Senasp), vinculada ao Ministério da Justiça e Segurança Pública. As aulas são ministradas na Academia de Polícia Civil do Acre (Acadepol/AC).


O objetivo da formação é qualificar policiais civis em princípios, conceitos, procedimentos e técnicas de investigação financeira e análise patrimonial, com ênfase no uso de ferramentas tecnológicas e métodos aplicados ao combate a crimes financeiros e organizações criminosas.


A abertura contou com a presença do delegado-geral da Polícia Civil do Acre, José Henrique Maciel, do secretário de Estado de Justiça e Segurança Pública, José Américo Gaia, do comandante-geral do Corpo de Bombeiros Militar do Acre (CBMAC), coronel Charles Santos, do coordenador de Combate ao Crime Organizado da DIOP, Getúlio Monteiro, e do superintendente regional da Polícia Federal no Acre, Carlos Rocha Sanches.


O delegado-geral destacou o significado de sediar o evento. “Receber um curso como o Cifap no Acre demonstra o avanço e o reconhecimento do nosso trabalho na área de investigação. Essa capacitação fortalece não apenas a Polícia Civil do Acre, mas toda a integração entre as forças de segurança do país, ampliando nossa capacidade de combater o crime organizado com inteligência e eficiência”, afirmou José Henrique Maciel.


O secretário José Américo Gaia também se pronunciou sobre a iniciativa. “Investir na qualificação dos nossos profissionais é fundamental para enfrentarmos os desafios cada vez mais complexos da criminalidade. A investigação financeira é uma ferramenta estratégica no combate ao crime organizado, pois atinge diretamente as estruturas econômicas dessas organizações”, disse.​​​​​​​​​​​​​​​​


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