O estado do Acre marcou presença, nesta terça-feira (17), em Brasília, no lançamento da Agenda Institucional do Cooperativismo 2026, iniciativa liderada pelo Sistema OCB que consolida as prioridades estratégicas do setor na interlocução com os Três Poderes da República.
Reconhecida como o principal instrumento de articulação político-institucional do cooperativismo brasileiro, a Agenda reúne diretrizes e propostas voltadas ao aprimoramento do ambiente de negócios, com ênfase em temas estruturantes como acesso ao crédito, segurança jurídica, competitividade sistêmica e promoção do desenvolvimento regional sustentável.

Fotos: Sistema OC
A edição de 2026 assume caráter ainda mais simbólico ao celebrar duas décadas de construção coletiva e incidência qualificada do setor junto ao Executivo, ao Congresso Nacional e ao Judiciário, consolidando o cooperativismo como vetor estratégico de desenvolvimento econômico, inclusão produtiva e coesão social no Brasil.
Durante a cerimônia, o presidente do Conselho de Administração do Sistema OCB, Márcio Lopes de Freitas, destacou o papel estruturante da Agenda na qualificação do diálogo institucional.
“Nosso compromisso é apresentar propostas consistentes que fortaleçam o ambiente de negócios e ampliem a capacidade do cooperativismo de gerar oportunidades, renda e inclusão em todas as regiões do país”.

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Na mesma linha, a presidente executiva do Sistema OCB, Tânia Zanella, enfatizou o caráter técnico, participativo e orientado a resultados do documento.
“A Agenda traduz, de forma qualificada, as principais demandas do cooperativismo brasileiro, reafirmando nosso compromisso com soluções concretas para os desafios nacionais e com o fortalecimento das condições para o crescimento sustentável das cooperativas”.
Representando o Acre no evento, o superintendente do Sistema OCB/AC, Rodrigo Forneck, ressaltou o significado estratégico da presença acreana no cenário nacional.
“A participação do Acre neste espaço reafirma o protagonismo das nossas cooperativas como agentes de transformação econômica e social, especialmente em territórios amazônicos, onde o cooperativismo se consolida como instrumento essencial de geração de renda, inclusão produtiva e valorização da sociobioeconomia”.
O evento reuniu lideranças de todo o país, além de representantes dos Poderes Executivo, Legislativo e Judiciário, fortalecendo uma agenda de diálogo estruturado e construção de políticas públicas orientadas ao crescimento sustentável do setor.
Também representando o Acre, o senador Alan Rick Miranda, integrante da Frente Parlamentar de Apoio ao Cooperativismo, ressaltou a relevância do setor para o país e reafirmou seu compromisso com as pautas cooperativistas.

Fotos: Sistema OC
“O cooperativismo tem ajudado a mover o Brasil há muitas décadas. Quem apoia o cooperativismo apoia a agricultura e diversos segmentos da economia. Temos atuado na defesa dessas pautas e no fortalecimento das cooperativas do Acre, que geram riqueza e renda para quem produz no nosso estado. O cooperativismo do Acre e do Brasil pode contar comigo”, destacou.
O presidente do Sistema OCB/AC, Valdemiro Rocha, destacou a importância da atuação do parlamentar e reconheceu seu apoio contínuo ao cooperativismo acreano.
“O senador Alan Rick tem sido um parceiro fundamental do cooperativismo no Acre, atuando de forma firme na defesa das nossas pautas em Brasília. Sua presença neste momento reforça esse compromisso com as cooperativas do nosso estado, que desempenham um papel essencial na geração de renda, inclusão produtiva e desenvolvimento regional”, afirmou.
O lançamento ocorre em um contexto decisivo para o Brasil, marcado por debates estruturantes como a regulamentação da Reforma Tributária e o aperfeiçoamento do ambiente regulatório. Nesse cenário, a Agenda Institucional do Cooperativismo 2026 se consolida como instrumento estratégico para assegurar previsibilidade, segurança jurídica e condições efetivas para a expansão do setor.
Ao integrar esse movimento nacional, o Acre reafirma sua posição como território estratégico para o cooperativismo brasileiro, especialmente no campo da bioeconomia amazônica, evidenciando a capacidade das cooperativas de promover desenvolvimento com inclusão, sustentabilidade e identidade territorial.


