
Institutos responsáveis
O Instituto Kaleo é uma ONG, que promove voluntariado e empreendedorismo social em diversos contextos sociais e culturais. Já o Instituto IDE foi criado com o objetivo de ajudar crianças e jovens que vivem em situação de vulnerabilidade contribuindo com o seus desenvolvimentos e com suas transformações sociais.
De acordo com um dos responsáveis pela missão, Edson Modesto, a quarta-feira (28), foi marcada por diversas demandas de atendimentos. “Os voluntários estavam de coração aberto para receber e atender cada pessoa da comunidade”, afirmou Modesto.


Pessoas alcançadas
O atendimento médico teve a presença de especialidades como, clínica geral, pediatria, neurologia, reumatologia, psiquiatria e outros. Para Raimunda Delmiro, moradora do município, o atendimento veio em boa hora. “Eu gostei muito do atendimento e fui acolhida. Nós não esperávamos receber essa ação, nós recebemos os remédios que precisávamos e tivemos a oportunidade de fazer exames”, declara Raimunda.
O atendimento odontológico contou com a presença de sete dentistas que em alguns dias atenderam cerca de 150 pesssoas. “Fizemos todos os tratamentos possíveis: extração, restauração e pediatria. Todos esses procedimentos foram realizados e programados com exatidão. Todos os tratamentos foram executados com muito carinho e amor”, explicou a dentista voluntária, Monique Carvalho.
No entanto, o projeto não impactou apenas as vidas das pessoas que foram atendidas, mas também, os voluntários experienciaram um momento único.
De acordo com a voluntária Ana Paula Neves, a missão foi uma oportunidade de servir e de observar a vida para além de sua própria realidade. “No fim, tornar a vida de alguém melhor e tentar fazer o mínimo que seja, me trouxe a sensação de estar fazendo algo prático para tentar diminuir um pouquinho essa distância e podermos nos aproximar de pessoas que vivem neste mesmo espaço”, menciona.
“Pude ganhar esperança, amigos e um coração agradecido por poder tornar a vida de alguém melhor, mesmo que por um único dia. E o valor disso não há dinheiro no mundo que pague”, conclui a voluntária.








