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Ministro rebate servidores na Ufac e diz que “90% foi cumprido” do acordo de 2024

A visita do ministro da Educação, Camilo Santana, à Universidade Federal do Acre (Ufac), nesta quarta-feira, 25, foi marcada por um cobrança dos servidores técnico-administrativo. No térreo da Reitoria, representantes do movimento entregaram um documento cobrando o cumprimento integral do Termo de Acordo da Greve de 2024, com ênfase no Reconhecimento de Saberes e Competências (RSC) e na situação de aposentados e pensionistas.


Foto: Whidy Melo

Ao receber o documento, o ministro afirmou que o governo federal tem mantido o diálogo com a categoria e contestou a avaliação de descumprimento do acordo. “Foi negociado agora, o projeto estava no Congresso, foi negociado, foi alterado, e foi votado”, declarou.


 


Foto: Whidy Melo

Durante a visita, Camilo Santana ressaltou que a maior parte das reivindicações já teria sido atendida. “Vocês têm todo o direito de reivindicar, e pode ficar certo que o governo vai cumprir agora. Eu tenho todas as reivindicações, são 14 pontos. 90% foi cumprido. 90% foi cumprido”, afirmou.


O ministro também defendeu que o espaço de negociação continua aberto. “Uma coisa que eu faço questão de as universidades ouvirem, esse é um momento de diálogo, e dizer que dos 14 pontos da pauta, praticamente quase todos foram cumpridos”, pontuou.


“Eu só acho que quando o governo abre espaço para diálogo, não há motivo para entrar em uma greve, quando praticamente mais de 80, quase 90% das ações foram cumpridas. Pode ficar certo que aquilo que foi acordado será cumprido. Vocês sabem de todos os encaminhamentos que o MEC tem dado ao Ministério da Gestão. Nem tudo depende só do Ministério”, reforçou.


Foto: Whidy Melo

Servidores também questionaram a ausência de avanços para aposentados. Diante da cobrança, o ministro respondeu: “Eu estou aqui com o termo de acordo assinado. Para mim, o que vale é isso aqui”, pontuou.


Ao final da conversa, Santana afirmou que levaria as reivindicações apresentadas e pediu reflexão ao movimento. “Vou levar aqui as notificações, mas peço uma reflexão, que não há motivo de uma preocupação da greve, em relação à greve, quando praticamente quase tudo foi cumprido, e aquilo que será cumprido, será, que com certeza será feito também. Pode ficar certo”, concluiu.


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