O mercado internacional e doméstico de milho começou a semana em movimento de ajuste, após as valorizações registradas nos últimos dias. A correção reflete um cenário de realização de lucros e de menor ritmo de negociações em parte dos países compradores.
De acordo com análise da TF Agroeconômica, as cotações recuaram nas bolsas externas depois de dois dias consecutivos de fortes altas no fim da semana passada, em um movimento considerado previsível pelo mercado.
Na Bolsa de Chicago, o contrato março de 2026 foi cotado a US$ 429,00 por bushel, com recuo de 2,75 pontos, após oscilar entre US$ 431,25 e US$ 428,50. O vencimento julho de 2026 fechou a US$ 446,75, baixa de 3,25 pontos, enquanto julho de 2027 recuou 2,75 pontos, a US$ 482,50.
Na B3, as variações foram mais moderadas. O contrato março de 2026 encerrou a R$ 70,74, alta de 0,69%. Julho de 2026 ficou em R$ 68,01, com avanço de 0,08%, enquanto julho de 2027 registrou leve queda de 0,09%, a R$ 70,31.
No mercado físico, em 13 de fevereiro — feriado no Brasil — o indicador foi cotado a R$ 67,67, com valorização de 0,68% no dia e ganho acumulado de 2,38% no mês.
No Paraguai, as indicações no Oeste do Paraná para março ficaram em V210/C205 e, para abril, em V215/C205, enquanto julho marcou V190/C173. No Oeste de Santa Catarina, fevereiro e março foram indicados em SV/C200, e julho e agosto em V215/C200.
No curto prazo, a consultoria aponta que o ritmo de negócios pode desacelerar em diversos países importadores, em função das festividades do Ano Novo Chinês e do início do Ramadã, fatores que tendem a reduzir temporariamente a demanda global. As informações foram divulgadas nesta manhã.
Fonte: ac24Agro


