Dólar hoje renova mínima desde maio de 2024, a R$ 5,18, com fluxo estrangeiro

Um trabalhador conta notas de dólar americano em uma casa de câmbio em Jacarta, Indonésia, na quarta-feira, 2 de março de 2022. (Foto: Dimas Ardian/Bloomberg)

O forte fluxo de investimentos estrangeiros para a bolsa brasileira foi mais uma vez decisivo para a queda do dólar ante o real nesta quarta-feira, em movimento que esteve em sintonia com recuo da moeda norte-americana ante outras divisas de emergentes no exterior.


economia dos EUA abriu 130 mil vagas de trabalho fora do setor agrícola no mês passado, acima dos 70 mil empregos previstos pelos economistas consultados pela Reuters.


Qual a cotação do dólar hoje?

O dólar à vista fechou o dia com queda de 0,20%, aos R$5,1872 — o menor valor de fechamento desde 28 de maio de 2024, quando encerrou aos R$5,1539. No ano, a divisa acumula agora baixa de 5,50%.


Às 17h03, o dólar futuro para março — atualmente o mais líquido no Brasil — caía 0,17% na B3, aos R$5,2025.


Dólar comercial

  • Compra: R$ 5,187
  • Venda: R$ 5,187

O que aconteceu com dólar hoje?

A divisa americana abriu em baixa, após fechar em alta na sessão anterior, com atenção para agenda carregada nesta quarta.


O presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, repetiu nesta quarta-feira que a instituição pretende começar a “calibragem” da taxa de juros a partir de março, mas evitou dar sinais sobre o que será feito no restante do ano.


“A partir de janeiro, a gente decide sinalizar que antevê, em se confirmando o cenário, essa calibragem da política monetária, a partir de março, justamente para que a gente consiga reunir mais confiança para iniciar este ciclo”, comentou Galípolo em referência à sinalização, dada no último encontro do Comitê de Política Monetária (Copom), de que o ciclo de cortes da Selic começará no próximo mês.


Ele defendeu que a instituição tenha “serenidade” em suas decisões para o restante do ano, que serão tomadas a partir dos dados econômicos, sob pena de prejudicar a própria política monetária.


No exterior, as apreensões sobre possíveis problemas causados pela inteligência artificial persistiam, enquanto os investidores aguardavam os dados de emprego dos EUA.


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