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Como a CPMI do INSS viu as primeiras decisões de Mendonça no Master

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Foto: VINÍCIUS SCHMIDT/METRÓPOLES @vinicius.foto

Antes entusiasmados com a ida do ministro do STF, André Mendonça, para a relatoria do caso Master, integrantes da CPMI do INSS passaram a avaliar, nos bastidores, que o magistrado tomou decisões consideradas “pouco razoáveis” na condução do processo.


Segundo esses parlamentares, a primeira decisão vista como equivocada foi a de manter o direito de Daniel Vorcaro, dono do banco, de não comparecer à oitiva que estava agendada para segunda-feira (22/2).


Outra decisão também criticada foi de o magistrado decidir que Vorcaro não poderá viajar a Brasília em uma avião particular. Segundo o ministro, o empresário poderá somente se deslocar à capital federal em uma aeronave comercial ou em um voo conduzido pela Polícia Federal.


Para a cúpula da comissão, a decisão de Mendonça contribuiu para que o banqueiro desistisse de comparecer ao colegiado.


Investigado por fraude financeira, Vorcaro era guardado na próxima semana para prestar depoimentos na CPMI do INSS e na Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) do Senado, que criou um grupo de trabalho para acompanhar as investigações do caso Master.


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