Com incentivos para o fortalecimento das cadeias produtivas, safra no AC ultrapassou 186,9 toneladas em 2025

Mandioca é o produto mais cultivado do Acre. Foto: Marcos Vicentti/Secom

A produção de cereais, leguminosas e oleaginosas no Acre alcançou 186.972 toneladas em dezembro do ano passado, segundo o Levantamento Sistemático da Produção Agrícola (LSPA), divulgado na última quinta-feira, 12, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). A área plantada no estado também chegou a 62.804 hectares.


O governador Gladson Camelí destacou os avanços conquistados pelo setor produtivo do estado.


“Esse resultado é fruto de muito trabalho, planejamento e compromisso com quem produz no nosso estado. Ultrapassar 186,9 mil toneladas na safra de 2025 mostra que o Acre está no caminho certo. Estamos investindo em incentivos, assistência técnica, mecanização e apoio direto ao produtor rural, fortalecendo as cadeias produtivas e gerando mais emprego e renda no campo”, disse.


Governador destacou os avanços no setor produtivo. Foto: arquivo/Secom

Ele ainda destacou que o governo seguirá ampliando políticas públicas, garantindo infraestrutura, acesso a crédito e novos mercados, para que o Acre continue avançando e consolidando sua produção como referência na região Norte.


A secretária de Estado de Agricultura (Seagri), Temyllis Silva, afirmou que o governo continuará incentivando os produtores e fortalecendo as cadeias produtivas, conforme previsto no plano de governo e nas metas do Plano Plurianual (PPA).


“Os projetos em execução, os convênios e os recursos que recebemos do governo federal, por meio de emendas parlamentares vão seguir chegando na ponta. Cadeias como a do café, do cacau, do mel, da mandioca e as ações desenvolvidas em terras indígenas serão ampliadas”, disse.


A gestora ressaltou que esse trabalho ocorre em parceria com associações, cooperativas e prefeituras, com foco especial nos produtores que dependem diretamente do Estado para manter a produção e gerar renda no campo.


“Sabemos que há produtores que se desenvolvem mesmo sem a intervenção do governo, mas também há aqueles que dependem exclusivamente do apoio estatal. Nosso compromisso é dar continuidade ao que vem dando certo, corrigir falhas e alcançar áreas onde ainda não foi possível chegar.”


Divulgação: IBGE

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