Baixa adesão marca mobilização do Sinteac por reajuste salarial em Rio Branco

Foto: David Medeiros

O Sindicato dos Trabalhadores em Educação do Acre (Sinteac) realizou na manhã desta sexta-feira, 20, uma mobilização em frente à Prefeitura de Rio Branco, na Praça da Revolução. O ato, que estava previsto para começar às 8h, teve baixa adesão da categoria. A principal pauta foi a cobrança por reajuste salarial para os professores da rede pública municipal.


Durante entrevista ao vivo ao ac24horas, a presidente do Sinteac, Rosana Nascimento, explicou os motivos da convocação da assembleia e detalhou o andamento das negociações com a gestão municipal.


presidente do Sinteac, Rosana Nascimento

Foto: David Medeiros

“Bem, nós chamamos no dia de hoje, porque nós deixamos deliberado na última Assembleia que chamaria uma Assembleia antes de iniciar o ano letivo, e aí passaríamos os informativos do que está de conversado com a Secretaria de Educação, com o Alice Bisteni, que já tem uma proposta construída, mas está dependendo deste bocalom decidir se vai apresentar esta proposta ou não, que seria um percentual ou um abono. Também deveria já ter uma agenda de conversas para reformulação do PCCR, tem a questão dos assistentes educacionais para ver se eles vão ser enquadrados como professores ou não, e tantas outras pautas importantes que está agora para a primeira semana de março, portanto estamos aguardando esse senhor prefeito decidir que proposta vai apresentar para a nossa categoria”, afirmou.


Questionada sobre a baixa participação na mobilização, Rosana atribuiu o cenário ao período pós-carnaval e às férias dos profissionais. “Ah, é o pós-carnaval, estão de férias, aí dificilmente a pessoa se dispõe a sair do seu comodismo, das suas férias, que é importante, para vir para uma Assembleia ou um movimento. Nós só convocamos para cumprir o que deliberou a categoria, porque eu sigo o que a categoria delibera, mas nós iremos ainda convocar a nossa categoria para após a primeira semana de março, porque até lá a gente já tem mais informações, algumas pautas que já podem ser apresentadas para a nossa categoria. Continuamos na negociação com a Secretaria Municipal de Educação”, declarou.


Foto: David Medeiros

Sobre possíveis avanços nas tratativas, a presidente do sindicato destacou que houve mudança no cenário, mas reforçou que a categoria não aceita abono. “Antes não tinha proposta nenhuma, agora tem uma proposta que nós não sabemos qual é o percentual que pode ser para a nossa categoria ou um abono. Mas nós não queremos abono, nós queremos proposta em percentual. Portanto, o recurso que tiver, que for possível atender percentuais, nós queremos receber em percentual que valoriza mais a carreira, que incide nas gratificações, na complementação da carga horária.”


A categoria aguarda que, até a primeira semana de março, a Prefeitura apresente oficialmente a proposta para que possa ser debatida em nova assembleia.


Assista ao vídeo:



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