A Miragina S/A Indústria e Comércio divulgou uma nota à imprensa nesta quarta-feira (11) para esclarecer informações que passaram a circular após a deflagração da “Operação Regresso”, realizada pela Polícia Federal no Acre. A declaração ocorre depois que agentes de polícia foram vistos na sede da empresa.
No comunicado, assinado pelo escritório Nobre Rocha Advogados, a empresa afirma que não é alvo da operação, nem de forma direta nem indireta. Segundo a Miragina, não há investigação contra a companhia, ela não é mencionada no inquérito e não existe qualquer ordem judicial direcionada à empresa.
Ainda conforme a nota, a Polícia Federal chegou a comparecer à sede da Miragina na manhã desta quarta, porém não realizou diligências em desfavor da empresa. “A Polícia Federal não realizou qualquer diligência em desfavor da empresa, que mantém suas atividades regulares e preza pela transparência e conformidade legal em todas as suas operações”, diz trecho do documento.
A empresa também afirma que, entre os alvos investigados, a operação menciona uma pessoa ligada a uma das acionistas, mas reforça que esse indivíduo não possui participação societária, não ocupa cargo de direção e não tem vínculo administrativo ou trabalhista com a Miragina S/A.
Sigilo impede detalhamento, diz nota
A Miragina explica ainda que, até o momento, os autos do caso estão sob sigilo de justiça, o que, segundo a empresa, impede que ela e sua defesa técnica prestem mais detalhes sobre o conteúdo da investigação.
Ao final, a companhia reforça que mantém seu “compromisso histórico com o desenvolvimento do Acre” e afirma que permanece à disposição das autoridades competentes para esclarecimentos.


