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Setacre calcula que BR-364 entre a Capital e Cruzeiro impacta frete em 30%

Empresários avaliam como reagir à lentidão do Governo Federal em garantir trafegabilidade com qualidade mínima. (Foto: ac24horas)

A presidente do Sindicato das Empresas de Logística e Transportes de Cargas do Estado do Acre (Setacre), Nazaré Cunha, faz uma comparação que expõe a eficiência da manutenção das estradas federais sob a responsabilidade da gestão pública.


Em nota oficial, o Setacre calculou que o início das operações da cobrança de pedágio na BR-364 em Rondônia impactam no custo do frete entre 8% a 15%. “No entanto, o trecho da mesma BR-364, entre Rio Branco e Cruzeiro do Sul, cuja manutenção é integralmente sob a responsabilidade do Governo Federal, impacta, aproximadamente, em trinta por cento o curso do frete”, compara.


Os empresários do setor de transporte de cargas entendem que a concessão de rodovias é um caminho sem volta na gestão pública. Uma manutenção feita de forma eficaz reduz o tempo de rodagem dos caminhões na estrada. Menos tempo na estrada implica em menor desgaste do veículo, maior rapidez na entrega das mercadorias, menor gasto com combustível e menor probabilidade de exposição a acidentes (o que impacta nos custos do seguro).


As empresas de transporte de cargas não entram no debate se uma empresa pública pode ou não pode ser eficiente na manutenção de estradas. Eles alegam que têm compromissos, prazos a cumprir, faturas a pagar, folhas de pagamento a administrar. Essa rotina os desautoriza a participar desses debates econômicos. O que precisam é de rodovias pavimentadas e seguras.


“De Cuiabá pra lá [regiões Sul e Sudeste], as rodovias que têm concessão, administradas por empresas, são de muito boa qualidade e isso diminui custos para nós”.


 


 


 


Fonte: ac24Agro


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