Jovem encontrado após trilha no PR relata roxos e dificuldade para enxergar; veja vídeo

Thayane Smith publicou uma série de vídeos nas redes sociais desde o início da trilha, registros que passaram a circular amplamente após o desaparecimento • Reprodução/Redes sociais

Em um vídeo feito por seu irmão, o jovem Roberto Farias Thomaz, de 20 anos, encontrado com vida na manhã desta segunda-feira (5), relatou estar com diversas escoriações e roxos pelo corpo.


A informação divulgada pelo Corpo de Bombeiros do Paraná aponta que Roberto chegou sozinho até a base da montanha, em uma fazenda, na hidrelétrica de Cacatu, na região de Antonina, após andar por mais de 20 km.


Ainda, segundo relato da vítima, ele estaria sem botas e com dificuldades para enxergar, pois também teria perdido os óculos com os quais iniciou o percurso. Veja o vídeo do relato:


O homem havia subido a montanha em Campina Grande do Sul, na Região Metropolitana de Curitiba, na tarde da última quarta-feira (31), acompanhado da amiga Thayane Smith. Em entrevista à Ric Record Paraná, ela afirmou que conversou com a família de Roberto e comentou sobre o futuro do jovem.


Informações preliminares apontam que Roberto, durante o trajeto, vomitou algumas vezes até o topo da montanha. A dupla alcançou o pico por volta das 4h da manhã de quinta (1°), momento em que decidiram descansar e encontraram outros dois grupos de pessoas no local.


Veja também o que disse jovem após deixar amigo em montanha


Após um período de aproximadamente duas horas, os amigos iniciaram a descida da montanha. Momentos depois, os dois amigos pararam novamente em um determinado ponto do pico. O segundo grupo, que havia ficado no cume, também iniciou a descida pouco tempo depois e chegou a passar pelo ponto onde o jovem teria ficado, mas já não o encontraram.


Na tarde de quinta, os bombeiros foram acionados para auxiliar nas buscas e contou com o uso de equipamentos de suporte como aeronaves com câmeras térmicas. Os trabalhos contaram com apoio de voluntários e ainda um drone com sensor térmico infravermelho.


A PCPR (Polícia Civil do Paraná) investiga o caso. Ainda nesse sábado, agentes estiveram no Pico Paraná e realizaram oitivas com familiares e com pessoas que também realizaram a trilha. O caso ainda é tratado como desaparecimento, sem indícios de crime.

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