O dólar à vista fechou perto da estabilidade nesta terça-feira (13), em leve alta de 0,07%, aos R$ 5,3759. No ano, a divisa acumula queda de 2,06%. A moeda passou o dia sem apresentar grandes variações, enquanto no exterior houve sustentou ganhos ante a maior parte das demais divisas, em dia de novos dados de inflação nos EUA.
Qual a cotação do dólar hoje?
O dólar à vista encerrou o dia em leve alta de 0,07%, aos R$ 5,3759. Às 17h03, o contrato de dólar futuro para fevereiro — atualmente o mais negociado no Brasil — cedia 0,06% na B3, aos R$5,3985.
Na segunda-feira, o dólar fechou cotado a R$ 5,3723, em alta de 0,11%.
Às 11h30, o Banco Central realizou leilão de 50.000 contratos de swap cambial para rolagem do vencimento de 2 de fevereiro.
Dólar comercial
- Compra: R$ 5,375
- Venda: R$ 5,375
O que acontece com dólar hoje?
No meio da manhã o Departamento do Trabalho informou que o índice de preços ao consumidor (CPI, na sigla em inglês) dos EUA subiu 0,3% em dezembro, em linha com a projeção mediana dos economistas consultados pela Reuters. Nos 12 meses até dezembro, o índice avançou 2,7%, igualando a leitura de novembro.
O núcleo do CPI — que exclui alimentos e energia – subiu 0,2% em dezembro, levemente abaixo do 0,3% projetado pelo mercado.
Na esteira da divulgação dos números, o dólar reduziu a força ante boa parte das demais divisas, incluindo o real, em sintonia com o recuo da curva de juros norte-americana.
Às 11h34 — já após o CPI –, o dólar à vista marcou a cotação mínima da sessão, de R$ 5,3650 (-0,14%).
A moeda norte-americana ainda recuperou força no Brasil, atingindo a máxima de R$ 5,3949 (+0,42%) às 13h27, mas ao longo da tarde se manteve próxima da estabilidade, em mais uma sessão em que o noticiário interno teve pouca influência nas cotações.
No fim da manhã, o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, fez algumas declarações em Brasília sobre a área fiscal, na primeira entrevista a jornalistas após retornar de férias. Ele afirmou que o governo central fechou 2025 com um déficit primário estimado em 0,1% do Produto Interno Bruto (PIB), cumprindo a meta de déficit zero para o ano, que tem 0,25% do PIB de margem de tolerância.
Às 17h08, o índice do dólar — que mede o desempenho da moeda norte-americana frente a uma cesta de seis divisas — subia 0,26%, a 99,128.


