Ação conjunta da ROTAM e Força Tática resulta na prisão de três suspeitos com armas e drogas em Rio Branco

Uma ação integrada da Companhia ROTAM, do Batalhão de Operações Especiais (BOPE), com apoio da Força Tática do 2º Batalhão da Polícia Militar, resultou na prisão de três suspeitos de integrarem uma organização criminosa armada, na noite da última quarta-feira (14), no segundo distrito de Rio Branco.


A operação ocorreu na Rua 11 de Fevereiro, no bairro Belo Jardim II, área conhecida por constantes conflitos entre facções criminosas. Segundo a Polícia Militar, as equipes da ROTAM realizavam patrulhamento preventivo e ostensivo quando receberam informações de que dois indivíduos estariam armados nas proximidades de um conjunto de apartamentos da região.



De imediato, os policiais se deslocaram até o local para averiguar a denúncia. Ao perceberem a aproximação da guarnição, dois suspeitos fugiram e se refugiaram em um apartamento. Diante da situação, foi solicitado apoio da Força Tática do 2º Batalhão para dar continuidade à ocorrência.


Durante a abordagem, três pessoas foram detidas. Um dos suspeitos foi identificado como Wellington Souza da Silva, de 27 anos, que utilizava tornozeleira eletrônica. Os outros dois envolvidos são um homem de 44 anos e um jovem de 19 anos. Conforme a polícia, Wellington e o jovem estavam armados com duas garruchas calibre .28, além de diversos cartuchos intactos.


O homem de 44 anos informou ser o responsável pelo imóvel e teria abrigado os dois suspeitos após eles fugirem de um possível confronto armado com integrantes de facções rivais. Em uma varredura no apartamento, os policiais localizaram as armas de fogo escondidas, munições e um invólucro de tamanho considerável contendo substância análoga à cocaína.


Ainda de acordo com a PM, o local contava com câmeras de vigilância, utilizadas para monitorar a movimentação policial, o que facilitava a fuga dos suspeitos sempre que as equipes se aproximavam.


Diante das evidências, os três receberam voz de prisão pelos crimes de porte ilegal de arma de fogo e tráfico de drogas, sendo encaminhados à Delegacia Central de Flagrantes (DEFLA). Na unidade policial, Wellington informou que responde a processo judicial por roubo e também é investigado por tentativa de homicídio.


O caso segue sob investigação das autoridades competentes.


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