A futura maternidade Marieta Messias Cameli, em Rio Branco, tomou forma. Construída tijolo por tijolo pelo governo do Acre, por meio das secretarias de Estado de Obras Públicas (Seop) e de Saúde (Sesacre), a unidade avança com obras simultâneas para tornar-se realidade, com um espaço acolhedor, digno e moderno, que atenda aos anseios da população gestante e garanta um ambiente estruturado para o nascimento de novos acreanos.
As obras estão em plena evolução, com diversos serviços nas áreas internas e externas dos prédios que contemplam as duas fases em andamento.
“A primeira etapa está próxima dos acabamentos. Na segunda fase, trabalhamos no momento nos prédios anexos, com a parte de contrapiso, pilares, vigas, fundações, laje do primeiro pavimento, bem como da infraestrutura, com instalações de esgoto e elétricas, e sistema de proteção contra descargas atmosféricas [SPDA]”, explicou o fiscal da obra e diretor de Execução e Fiscalização da Seop, Denis Amorim.

No prédio da primeira etapa, os serviços no forro de gesso, pavimentação da calçada, revestimento e instalações elétricas, de gás, de ar-condicionado, e SPDA, bem como pintura, emassamento e selador acrílico, além dos detalhes de cobertura, marquise e elementos de fachada, entraram na fase de conclusão.
Já para a construção das estruturas da segunda fase, nos próximos dias chegará a máquina de perfuração do solo, para continuar a fundação do prédio principal.

De acordo com o gestor da Seop, Ítalo Lopes, cada bloco concluído é entregue à Sesacre, para que seja disponibilizado ao uso da população, acelerando o processo de utilização desse equipamento público que será um dos maiores e mais avançados da Região Norte no segmento da saúde.
“O governador Gladson CamelÍ tem determinado celeridade nas obras, visando trazer o quanto antes eficiência e modernização ao Acre. A nova maternidade terá uma estrutura digna de ser referência no país e poderá beneficiar a população a cada etapa que concluirmos”, ressalta.

A construção, que atualmente passa por serviços especializados, conta com mais de 60 operários. O pedreiro José Francisco Marques afirma que a obra ofertou emprego para muitos profissionais.

“É a oportunidade de trabalho que tem ajudado no sustento da minha família, assim como tem sido para outros que também estavam desempregados”, relata o trabalhador.
Sobre a estrutura da nova maternidade
As obras da nova maternidade estão divididas em cinco etapas. Quando concluída, a estrutura final contará com 150 leitos de enfermaria clínica e obstétrica; 16 salas de pré-parto, parto e pós-parto (PPP); e 7 salas de cirurgia e de parto cesariano.

A unidade contará ainda com 10 leitos de unidade de terapia intensiva (UTI) adulto; 30 leitos de UTI neonatal; 30 leitos de unidade de cuidados intermediários (UCI) e 15 leitos de UCI Canguru, bem como terá a Casa da Gestante, Bebê e Puérpera, para atender gestantes de alto risco.